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Mostrando postagens de 2009

A Sensibilidade

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Introdução - Desamor... Desespero...

..."DESEJO"

Bem-vinda ao meu inferno
Sinta-se à vontade.
A vista não é das melhores.
Nem a textura dos meus aposentos.
Entre quieta, respire fundo,
Não me peça pra lhe sorrir,
Nem agradecer a visita.
Mas sirva-se do vinho.
Envenenado pelo ódio que me corrompeu
Disvirtuado pelo amor que me moveu...
A abandonar preceitos e preconceitos,
Enquanto desejava a morte.
(E a desejava com todo o meu coração)
Beba deste vinho,
e deixe seu corpo ser envenenado.
Disvirtuado...
Eu sou tua capa,
Teu casulo.
Teu anjo da morte.

Parte I - Doce como perder o controle...

E o rosto dela cintilou perante a fraca chama da vela. Eu sentia sua respiração falhar, e seu olhar se perder no meu rosto. Havia uma distância considerável entre nós. Que se desfez aos poucos, enquanto eu a olhava com indiferença. Eu não queria me permitir ceder, mas, aos poucos, abri a minha guarda e fixei meus olhos nos dela. Me aproximei e toquei seu rosto. Seu cheiro suave tinha me tornado tão dócil e indefe…

Esquecimento Parte I

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Parte I - Esquecer... ( O poeta está vivo)

Não existe dom mais complicado que esquecer
Se libertar ou se sentir livre do véu negro.
De imagens e imaginações e escuridão
A quem a luz e a alegria são apenas farpas sangrentas

Mas quem olharia apenas pro presente
Se não se lembrasse daquilo que nos fez
Daqueles momentos perfeitos ou malditos
Quem seriamos nós

Que hoje somos parte desse sentimento
De angústia e de Nostalgia
Tão terrível quanto a queda-livre
Uma prisão tão densa quanto o ferro das grades

"?"

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De quem é esse passo, sem ritmo e tropeçado ?
Que me intriga e me seduz e me afasta e me conduz....
A lugar nenhum e a algum outro lugar...
Longe daqui....

Quem é você que conheço a tanto tempo...?
Em tão pouco tempo
Em tempo nenhum.

Será que sou eu quem perdeu o controle da bolha de cristal?
Ou são apenas alucinações...
Quem sou eu agora?

O.O

Alguma Tempestade de Outubro...

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(Para se ler atenta e pausadamente... porque senão, não dá pra entender o que eu quis passar =/...)

Ah... eu desaprendi a amar...
Eu desaprendi a me sentir leve
e que infernos...
como é difícil entender... (ou deixar entender)

Ah, que saudade...

O descompasso no peito, não é doença
E o tédio que havia, desaparece sem pressa
e se torna uma angústia gostosa... (medo de entrelaçar)
E a cidade cinza... se dissolve em imagens e lábios (de olhos fechados)

Como seria bom, mas...

Mas eu me escondo... me impeço
Me proíbo de me desviar do meu torpor de cada dia
Do sentimento injusto que a solidão impõe,
Mas eu evito e perco amores e vidas e morro por dentro.

Mas eu nao sei mais amar...
Como posso recomeçar do zero?
Não sou civilizado, não gosto de ficar,
Não gosto de ser 'O CARA'

Gosto do simples, do delicado, do frágil
Assim como...
Gosto do imoral, do insensato, do arriscado
Aonde foi que eu desaprendi a amar? (e isso importa?)

A princesa no alto da torre não existe...
Ela é apenas alguem simples e desconhec…

Um Gota da Lágrima do Tempo

Um coração em silêncio,
desperta ao toque da luz do sol.
A outro dia passageiro...
Quer volte no tempo ou não,
Não é mais o mesmo.

Não tem os mesmos traços,
Nem o mesmo rosto imperfeito,
Não se permitiu esqueçer, entretanto, seu amor
Que atravessou incólume o passar do tempo...

(Coming Soon - Em Breve)

Nightingale

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Quieto eu estava, na varanda, atento aos ruídos no cais
Que apenas compunham o som da noite, nada mais...
entre as ondas sussurrantes, quebrou-se a paz.
Gritava a donzela, entre prantos: 'Meu Deus, onde estais'

Logo atrás de si, corria desesperado, o senhor seu capataz
levando em sua mão um punhal cravejado de cristais
Com ódio nos olhos, força nos pés, nada mais...
Gritava-lhe insano "Rouxinol, não cantarás mais"

Cansada, ela se virou, fechou os olhos, "tanto faz..."
Uma pistola em sua mão, um estampido surdo, nada mais...
Sentiu fraqueza, caiu no chão, sentiu que era tarde demais...
Em seu peito jazia funda, a espada de seu capataz..

Corri com minha alma, mas a distância era grande demais.
Armas inúteis, vidas jovens, nada mais...
Ela respirava lentamente e sussurrava "Nunca mais"
A tomei nos braços , quase morta, dentre as ondas brutais..

Por longos dias velei, em silêncio, nada mais...
Às vezes me perguntava curioso... "Rouxinol, onde estais?"
Quando …

Quimera

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Ela sonhava com o passado,
E se remexia nos lençóis.
Ela queria despertar,
Ela queria ver o sol.

Ela sonhava com alegrias
Ela sabia que sonhava
Conduzia cada passo torto
Cada sorriso mal-formado

E desfalecia em sonho,
Na esperança de eternizá-lo
Seu mundinho perfeito.
Negro como as flores na noite

Sabia porém que estava cega,
E a isso chamou 'insanidade'
E se fechou pequenina entorpecida.
Como uma rosa na tempestade...

O diálogo da flor...

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Bem que eu sabia, pequenina.
Que escassas seriam minhas palavras,
Frente a tua poesia.

Bem que eu sabia, flor da noite.
Que cismaria em tentar decifrar
As cores de suas pétalas.

Mas que inúteis são as palavras,
Que não carregam consigo
O dom de ter um coração...

Mas que inúteis são as cores.
Que nada significam,
Frente ao esplendor da escuridão.

Dedicated to Raysa Morais, por ainda ver algum valor nas flores e na poesia... xD

A TEMPESTADE - O livro dos homens

"Sinta o frio, delicado frio,
Por que não há medo algum,
Sinta o complicado e delicioso
Sabor desse instante perfeito"

Distante da sensação da existência
Meu refúgio in silêncio,
Se tornou minha alma
Minha casa, seu lar gelado...

E se eu pudesse te aquecer?
Você se deixaria tocar,

Sente o beijo do vento em teu rosto?
que sou eu dentre a floresta a correr
implorando-te um instante em seus olhos
Para que eu possa me guardar dentro de você
Seu coração quente e pulsante,
Que me negou a vida uma vez,
Mas que queima a todo instante
Rosa na tempestade.

[Masterpiece] - Eternidade

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"It is no I Who Sleeps.. It is you who sleeps... You Sleep Insane you sleep, I sleep In Sanity" (Anathema - Sleep In Sanity)

Se você, um dia, me chamar à sua vida outra vez...

"Pois que venha a provação,
Que na tua armadura me esconderei,
Pois que me tente a solidão,
Que em tua memória criarei vida"

...Não me peça jamais para explicar tudo aquilo que matei em você...

"Pois que se reforçe a distância,
Que de teus olhos farei estrelas-guia,
Pois que venha a escuridão,
E daquele olhar farei a luz do dia"

... Não me impeça jamais de te respirar, a cada enleio inconsciente...

"Pois que venha o vento gélido,
Que em seu caminho colha o aroma de uma flor
e TE carregue por milhas,
Para que eu possa, no frio, sentir teu calor"

...Não me peça para não te amar eterna e incondicionalmente...

"Que venha o impetuoso tempo,
Que me saudará, ou me destroçará completamente,
...Por que agora, em minha sanidade, vive um poeta,
Que toda sua plenitude, resumiu nestas palavras..."

Just One Single Tear... To a World Trumbling Down

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O que eu preciso para ser feliz?
Dinheiro na carteira, amigos inseparáveis?
Talvez um grande amor, claro.
Ou uma história a se contar...

Tão Egoísta...

O que eu precisava para sair da Escuridão...
Uma só pessoa talvez,
Que eu achei ter falhado comigo.
Cujo amor destroçei impiedosa e cruelmente, simplesmente por ser...

Tão Egoísta...

Porque eu entraria no domínio das trevas?
Por que era fácil ser coitado,
Romântico e Idealizado...
Por que é muito fácil dizer... "Eu Te Amo..." para quem não costuma ser amada.

Tão Egoísta...

(Mas as palavras não significam nada...)

Odeio a segurança...
Odeio Horários Rígidos.
Odeio fingir....
Odeio o jeito em que você me ve como amigo
Odeio o jeito com que te vejo como amante
Odeio minha mente, tão sarcástica
Odeio o fato de vc não me odiar.
Odeio o fato de te amar,
E fugir constantemente como se tudo um dia fosse se acertar....
Mas a hora é agora...
E o tic-tac acusa o relógio em meu pulso.
Que marca o tempo que não tenho para correr atrás...

É fácil se entregar...
Desis…

Revelação - Parte Quatro - La Tristesse Éternelle D'un Ange Sur La Terre

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Fragmentos de amores atemporais...

Jillian, o guerreiro que era eu.
Mas que nunca se atreveu a lutar.



Fragmento I - Lembrança de Morrer
(Original - 12/05/2006)
(oncecalled "DeadBoy's Poem)

"Quando em mim rebentar-se a fibra,
Que Álvares chamou de vida,
Não se atreva a chorar por mim,
e lamentar meu desfecho,
Pela mentira que criou minha ruína
Destruiu meu castelo,
E nem ao menos sei o que significa,
Ou quem criou,
A morte onde havia vida,
As trevas onde havia luz,
Eu sonhava, porque, de alguma forma,
eu tinha o coração de uma criança
E jamais distinguiria o certo do errado,
Uma lágrima de um sorriso,
Um adeus de um aviso.
Eu não sabia distinguir,
Música, de obsessão.
Desejo, de loucura.
Eu jamais entenderia,
o peso daquilo que vivia.
Aquilo que me entorpecia,
E a cada segundo sumia.
Era um tiro que através da minha carne,
Escorria de mim aquele sangue que me mantinha vivo."


Fragmento II - Obsessão e Tristeza

Revelação
Hoje eu vejo,
era tão óbvio.
tão simples,
era uma centelha,
era eu,
que culpava aquel…