sábado, 20 de setembro de 2008

Revelação - Parte Um - Inominável...


"Ah, ferino amor. Eu sempre acreditei que tivesse forma, mas não, não conheci o amor, não me apaixonei por aquelas que cruzaram a minha vida, me apaixonei pelo sentimento. Não sei amar as pessoas. Não sei dar forma a esse sentimento. Me apaixonei por uma idéia, cuja forma surreal se banha de palavras falsas e maravilhosas, como carinho, companheirismo, doçura e desejo. Mas não aprendi a amar as pessoas. I´m lost, because I have to learn my deepest thoughts and theach them what they mean. Apenas um caminho, mas nunca um destino."

Com palavras, Construí minha alegria,
Mas o sentimento não cabia num verso,
Era preciso mais que o universo,
Muito mais que podia oferecer a luz do dia.

Era uma vez um poeta, que mentia,
Dizia que a luz da lua iluminava como dia.
Tão bonito era o seu sentimento,
Que ele simplesmente não existia.

Todo amor havia, era a tinta que dizia,
O quão belo poderia ser e não seria,
A tinta que tingia o impossível...
sob a luz do dia...

"Hoje eu apenas descobri que não existia, que a luz da lua não era meu guia, e que todo amor que eu tinha era tudo que eu nunca encontrei em nenhuma noite fria. Não vale a pena sonhar com sonhos e pesadelos."

Hoje eu descobri que o que eu amo não é mais um sentimento... tem uma forma, e um sabor. Eu sou você...

2 comentários:

Deborah disse...

não tenho o que comentar...é praticamente a mesma definição que a minha.

Só não percebi o motivo do aparente desgosto por isso.

kiss

Junior disse...

Como você consegue postar coisas tão perfeitas...?

Achei muito 10 esse daí...

abrç

 
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